Depois do pranto vem o riso, depois da tempestade vem a bonança, depois do dia vem a noite e vem o dia e vem a noite... E o ciclo talvez seja pautado no contraste, no oposto, se começa água, vira nuvem, volta água...
E enquanto tudo que é absorvido e expelido num ciclo sem fim de troca de informações e consumo insano de emoções por um momento acontece uma pausa para reavaliação para, então, se renovar um ciclo em espiral.
Todavia, a via estreita entre o começo e o fim e o começo se afunila na vontade de que os ciclos recomecem e terminem sempre e se renovem, sem prolixa.
E como tudo que nasce e morre, vamos então voltar à vida, antes que essa acabe.