segunda-feira, junho 14, 2010

Um bilhete



É como a anti-gravidade que lhe falei certa vez, uma força que foi aplicada em um corpo ínfimo e fez com que ele expandisse em uma velocidade superior a da luz e se tornasse o cosmo, segundo a teoria. E esse foi seu beijo, nosso beijo, na beira da praia de ipanema, segundo o script de Manoel Carlos, quando escreveu nossa cena (Isso só porque você é personagem de suas novelas como dizem suas amigas). Mas o beijo do retorno nem foi lá... foi em botafogo, como a cena que escreveríamos, depois de um filme que seria chamado de cult por muitas outras pessoas.

E com aquele beijo universo se expandiu e estava em constante expansão, tudo porque seu beijo me acelerou em uma velocidade superiror a da luz. Estranha coincidência o seu nome ser Luz.

Hoje ele continua se expandindo, e se expandindo tanto que nem sei se consigo guardar isso pra mim, que nem sei como dizer o quanto ele cresceu e cresce...

O que sei é que isso não é infinito como o universo, como pensei com a inocência apaixonada. O que acredito é que ele se expande e se contrai em um movimento infinito. Assim como o que sinto quando te beijo, me expando e contraio de maneira infinita e complexa, de forma pura e erótica, de forma plácida e esperta, de forma infinita.

Quero essas primeiras sensações por muitos anos, e quando começar a esquecer como é, me dê outro beijo, para com que o ciclo recomeçe...

Te amo, namorada.
Te amo, namorada. Com a certeza de que um futuro construido ao seu lado, será tudo o que eu vou me esforçar para realizar...

Feliz data comercial entre o dia das mães e o dia dos pais... :P